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Créditos de Carbono da Reciclagem: O Protocolo que faltava.
CCRLR: Créditos da Logística Reversa do Plástico

PMGIRS:
Passivos ambientais e Oportunidades
PGRS:
ESG e compliance com segurança.
Zeladoria Urbana:
a complexidade controlada
Coleta Domiciliar: destinação de incentivo à Economia Circular.
Compostagem: milhões de toneladas para o agronegócio.
Catadores e Catadoras: o reconhecimento chegando ao bolso de quem faz acontecer.

As grandes certificadoras internacionais não criaram um protocolo para emissão de créditos de carbono a partir da reciclagem.

Não porque não possam. Mas apenas porque – na visão delas – não há tanto dinheiro nisso.

Existem prováveis US$ 700 milhões em créditos de carbono equivalente originados pela reciclagem. Complicado e muito caro de fazer com as metodologias que as grandes certificadoras empregam: auditorias presenciais, despesas de viagem, geração pulverizada, dispersa e de baixo valor agregado…
Comparado aos estimados US$ 17 bilhões em créditos de carbono na Amazônia, (projetos de milhões de hectares) simplesmente não vale apena.

O Protocolo Matéria-Secunda foi criado para mostrar que sim, vale a pena porque pode ajudar a melhorar a vida de muitas pessoas. É o protocolo da ECONOMIA CIRCULAR. Essa economia não é visível para quem lida com US$ bilhões de créditos concentrados em um único bioma, o Amazônico. (não existem projetos para preservação do fabuloso Cerrado brasileiro por exemplo).

Com processos que…

+ Permitem a auditoria à distância a custos irrisórios; com 100% de rastreamento a partir de dados imutáveis assegurados por uma rede blockchain: nenhum registro pode ser modificado sem deixar evidências dessa ação. Resultado: créditos de alta qualidade.
+ Processos ancorados em documentos de fé pública (NF-e/MTR’s) mas totalmente “paperless” e coleta de evidências demonstrando o que acontece entre a saída do caminhão e a sua chegada ao destino. Fim dos desvios, declarações sem evidências, conluios…Resultado: créditos de alta qualidade.
+ Cancelando qualquer possibilidade de dupla contagem de ativos e notas frias. Sem chance para greenwashing! = créditos de alta qualidade.
+ E que conecta as comunidades que geraram o ativo – o catador, a catadora, o trabalhador dos barracões de triagem – do sofisticado Mercado Voluntário de Carbono. Isso é ESG real, Compliance blindado, sem as desagradáveis e custosas surpresas dos projetos duvidosos.
E de modo também transparente e rastreável, distribui no mínimo 70% do valor líquido dos créditos ambientais diretamente para essas pessoas, via PIX na forma de Incentivos Ambientais. Adquirindo Créditos de Carbono da RM2a o comprador corporativo estará acessando a questão sócio-econômica e ambiental nas comunidades e periferias altamente vulneráreis aos eventos climáticos.
US$ 0,7 bilhão pode ser nada para os grandes certificadores, mas para os milhares de Catadores, cada micropagamento conta. É um reconhecimento mínimo dos serviços ambientais prestados e que até hoje a sociedade não reconheceu.

¹ um valor conservador assumindo um índice de reciclagem em torno de 10%.